segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A importância do afecto e da paixão

É fantástico quando nos conseguimos envolver com paixão e afecto no

nosso dia-a -dia.

Quando agimos com o coração, abrimos caminhos mesmo por bosques espinhosos.

Quando  distribuímos afecto, mil sorrisos se abrem diante os nossos olhos.

Sempre que poder… distribua afecto e abra o seu coração.

 

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Afecto

A base de qualquer relação interpessoal feliz, saudável e perfeita..são os afectos.....Afectividade no olhar, nos gestos, nas palavras....

Criar pontes de intimidade...........

Um pequeno toque....um beijo....uma carícia....um abraço....estabelece correntes contínuas de energia entre o um e o outro.....

O milagre de um elo de intimidade que se constrói...e que canaliza energia positiva...permite ao outro ser humano sentir que é digno, que é aceite e que é um ser humano pleno e realizado.....

Sentir o conforto e a alegria de viver o dia a dia, numa perfeita sintonia com alguém que nos valoriza como seres humanos....

Dar afectos é óptimo para quem recebe...e sabe tão bem para quem dá.........

Viver intensamente passa sempre por saber dar afectos.....

publicado por António ramalho
retirado do blog: Entender as relações humanas

Paixão

 

A paixão é um movimento
da alma, (do latim, anima), um movimento que arrasta o
próprio e o outro no seu dinamismo, que o anima. A paixão
não diminui, não fragiliza, não retira lucidez. Pelo
contrário, compromete, engrandece e ilumina. Trata-se
afinal de pôr a alma em cada gesto, de ser humano, de ser
uma «inteireza». ,
(Freire, 1995: 18, cit

domingo, 16 de agosto de 2009

O Regresso da Brites de Almeida

Mesmo nas férias …

Continuo a receber trabalhos dos nossos amigos sobre a Padeira de Aljubarrota.

 

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Aljubarrota, terra pequena,
Pá com uma grande história.
Conhecida aqui e além do mar,
Pela sua grande vitória.


Ser guerreira é ser valente,
E não  aceitar derrota.
Lutou contra os castelhanos,
Grande padeira de Aljubarrota.


Foi D.Nuno Alves Pereira,
Que nos deu alegria.
De chegarmos à vitória.

Derrotou os castelhanos,
Que tiveram de fugir.
Eram tantos,tantos e tantos,
Mas nós é que fomos os vitoriosos.

Rute Santos

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Ping uma rã à procura de um novo lago

Este livro fantástico que nos ensina a ser cada vez melhores, atentos aos outros, solidários e, nos maus momentos dá-nos força, como a Ping, que teve de lutar arduamente, para encontrar um novo lago para sobreviver.

Aqui fica um excerto lidíssimo:

Ping estava aflita porque tinha de saltar um enorme rio, com correntes fortíssimas, para chegar a um novo lago. Ping olhou para as águas traiçoeiras.

O Mocho disse-lhe: Um rio não te forma.Só é contido pelos limites que talha a si próprio.

Também tu és como um rio. Ping respondeu: Espero reunir as  condições.

O Mocho calmamente, respondeu: Para viveres uma vida intencional são necessárias a convicção e a vontade. Com estas duas coisas tudo é possível.

O caminho não se encontra no céu, o caminho reside no coração (...)

Não é aquilo que aprendes, mas o que fazes com a aprendizagem que te diferenciará.Podes cumprir o teu destino ajudando os outros. É possível acender mil velas  a partir de uma.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Passe pelo Armazém das Artes em Alcobaça

 

Aproveite as férias e respire arte em Alcobaça.

 

 

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O Armazém das Artes-Fundação Cultural convida para as suas exposições de verão:
      "PINTURA COM AFECTOS"
     "DESENHOS DE JÚLIO RESENDE"
     "MEMÓRIAS" - ANA FERNANDES 
     "COLECÇÕES" - NÚCLEO MUSEOLÓGICO

É sempre bom dar um pouco de nós aos outros

 

 

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Estou quase de férias, esta semana, Algarve à vista… mas um Algarve

muito especial, A ilha do Farol, um espaço ainda em estado quase puro,

com uma água límpida  e um ambiente propício ao descanso.

Ainda pensei agora é descanso e desligo de tudo.

Mas…

O doutor Luís Villas Boas, Director do Refúgio Aboim Ascensão , perguntou-me se eu podia dar

um pouco das minhas férias para ir encantar umas crianças que

precisam de sonhar.

Quem poderia resistir a este pedido?

Pois é com todo o gosto que eu irei a Faro ter com estas crianças.

Dar um pouco de nós , só nos torna pessoas melhores.

domingo, 26 de julho de 2009

“D. Fuas Roupinho” no blog “Era uma vez, Conta outra vez”, da Leonor Lourenço

O “D. Fuas Roupinho”, já anda pela internet.

Será que anda a caçar veados? Ou anda a divulgar a sua história, tal como prometeu, como agradecimento pelo milagre de que foi alvo?

Vê pelos teu próprios olhos em:

http://leonorlourenco.blogspot.com/2009/07/parabens-vanda.html

Obrigado Leonor, gostei muito.

E tens toda a razão, as ilustrações do Gabriel Colaço… Espectaculares!

 

Ilustrações do livro do “D. Fuas Roupinho”

Aqui ficam alguns exemplos das belíssimas ilustrações do Gabriel Colaço, para aguçar

a vossa curiosidade.

 

 

Lançamento do “D. Fuas Roupinho” na Nazaré

Foi no sábado 25-Julho-2009,  que o livro D. Fuas Roupinho foi lançado na Biblioteca da Nazaré.

Após a sessão de apresentação, assumi o papel de contadora de histórias.

Assim, como princesa da corte de D. Afonso Henriques, contei a história do meu cavaleiro favorito. Até ganhei como troféu  do meu cavaleiro, o elmo, que  ele usava nas lutas contra os Mouros.

Vou por isso contar-vos a história do cavaleiro mais bravo e forte de toda a Península Ibérica.

Era uma vez…

D. Fuas que  era o  guardião do imponente Castelo de Porto de Mós.

Um dia… encontrou a imagem da Nossa Senhora que se escondia entre as rochas.

Que brilho e beleza irradiava…

 

Eu a colocar o elmo do D. Fuas  na minha cabeça, a pedido de uma criança.

domingo, 19 de julho de 2009

Estas iniciativas devem ser promovidas

Tive o prazer de conhecer algumas destas educadoras do agrupamento de Porto de Mós e o seu grande entusiasmo pelas Histórias da História era notável. Estas Escolas fizeram um trabalho excelente na promoção da nossa História de Portugal. Aqui fica a reportagem:

“Cerca de 200 crianças dos jardins de infância da Calvaria de Cima, Cruz da Légua, Cumeira de Cima, Fonte do Oleiro, Pedreiras, São Jorge e Tremoceira, participaram na festa de encerramento do projecto “As histórias da História”, que decorreu pela primeira vez este ano lectivo.
Princesas, dragões, bruxas, guerreiros e padeiras “valentonas” passaram pelo Castelo numa divertida peça de teatro idealizada e levada à cena pelas educadoras desses estabelecimentos de ensino pré-escolar.
Esta foi a forma, original, escolhida para encerrar um projecto que levou os miúdos a visitarem alguns dos principais monumentos da região e a conhecerem um pouco das histórias e lendas a eles associadas e que culminou com a realização de um pequeno roteiro turístico.
Tal como nos explicaram as educadoras de infância, Anabela Guerra e Esperança Macedo, “As histórias da História” é um dos vários projectos levados a cabo, este ano lectivo, por alguns dos jardins de infância do Agrupamento de Escolas de Porto de Mós e que visou “proporcionar às crianças o conhecimento da sua própria cultura e da tradição oral; dinamizar as lendas e as histórias como um veículo de acesso a novos saberes; explorar de forma lúdica e sempre que possível no local, algumas das lendas relacionadas com o passado histórico da região; estimular a imaginação e a criatividade das crianças, fomentar o intercâmbio entre os diversos jardins de infância e envolver a comunidade educativa na vida da escola”.
De acordo com as educadoras, o balanço é bastante positivo. “Temos uma dinâmica de grupo espectacular. Além de já nos conhecermos, em termos profissionais, há muitos anos, une-nos uma grande amizade, o que nos leva a fazer estes trabalhos que implicam um grande investimento pessoal e muitas horas de trabalho fora do período lectivo normal”, explicaram.
Anabela Guerra e Esperança Macedo acreditam que esse empenho que colocam nas coisas e o prazer e a alegria com que o fazem, acaba por contagiar as próprias crianças. “Aprendem a brincar e isso é bom.” (…)

Escrito por Isidro Bento

sábado, 18 de julho de 2009

A Essência de todo o Projecto "Contado aos Pequenotes"

Todo o Projecto "Contado aos Pequenotes" nasceu de uma profunda convicção, que se tornou na Essência que norteia todas as minhas iniciativas relativas a este projecto.
Essa Essência é constituída por Seis Pontos Basilares que gostava de partilhar contigo:
  1. Contar episódios da nossa História de Portugal com uma linguagem simples, encantada e carinhosa, de forma a levar as crianças a descobrir a riqueza da nossa cultura.
  2. Levar as crianças a Descobrir Valores que cada vez mais se vão desvanecendo na nossa sociedade.
    No "O Amor de Pedro e Inês" abordei a importância do amor incondicional;
    No "O Milagre de Isabel e Dinis" a partilha e a gratidão; e
    Nos restantes livros da colecção outros valores vão imergindo.
  3. Abordar a História do Ponto de Vista Feminino ao demonstrar que as Rainhas tiveram um papel fulcral na nossa História e que juntamente com um grande Rei existiu sempre uma grande Rainha.
  4. Permitir que as crianças vejam o Lado Humano dos Reis e Rainhas e que isso lhe possibilite descobrir que as decisões e os actos por eles realizados também lhes criaram indecisões, dúvidas, ódio e sacrifícios e transformações.
    No fundo através destas histórias as crianças poderão rever-se a si e aos outros.
  5. Levar as crianças, e respectivas famílias, a Visitarem os nossos Monumentos e Locais Históricos descobrindo-os e vendo-os sob uma nova perspectiva, já influenciada pelos pontos anteriores.
    Isto é, sabendo que todas as pedras que os constituem, foram testemunhas das histórias e vidas reais de seres humanos, que através das suas acções os levaram a ser importantes para aquilo que somos hoje como povo e como pessoas.

    e, "Last but not the least"
  6. Oferecer às crianças Encantamento e Magia, pois é muito mais fácil cativar as crianças para o Mundo da História através da linguagem dos contos de fadas.
O Projecto "Contado aos Pequenotes" é composto por vários componentes, uns já em realização e outros ainda em fase de idealização e implemantação:
  • A Colecção de Livros intitulada "Contado aos Pequenotes", onde de publica Estórias da História de Portugal, dirigidas as crianças dos 2 aos 12 anos;
  • A Leitura destes Livros e o Contar das respectivas histórias directamente às crianças em workshops e atliers que as envolvam e incentivem a querer saber mais sobre cada uma das personagens da estória;
  • Incentivar as crianças a "levarem" os pais a "leva-las" a ir visitar os monumentos e locais de cada livro;
  • A divulgação dos Monumentos Portugueses, com a implementação de visitas criadas especificamente para as crianças e em estreita ligação a cada um dos livros, mantento todo encantamento e magia da respectiva estória;
  • Produtos complementares e de divulgação, tais como Vestuário (Projecto "Roupa Didática" com o apoio da Fundação Serralves), Serviços de Louça (SPAL) e outros.

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