terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O Amor de Pedro e Inês vai andando de Escola em Escola

 

Este ano, muitos meninos do agrupamento das Escolas da Benedita irão desfilar no Caranaval, vestidos de D. Pedro e D.Inês. Para que esta história esteja bem presente no seu imaginário, lá vou cheia de sonhos e pós de perlimpim levar-lhes  o encantamento deste grande amor.

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                                         Jardim de Infância do Casal da Lagoa

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Vamos conhecer uma Lenda Portuguesa

Era uma vez… um cavaleiro de coração verdadeiro chamado D. Fuas Roupinho.

Era o mais forte e corajoso de toda o Reino de Portugal

Foi, por isso, o  eleito por Deus para lutar contra o mal.

Nossa Senhora concedeu-lhe um milagre e o grande D. Fuas foi salvo para tudo poder contar.      image      image        image               image 

Sessão de Histórias realizada no Centro Paroquial de Turquel.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Terra Mágica das Lendas

 

A Terra Mágica das Lendas vai iniciar  o programa “ Sábados Lendários”

Cada sessão irá abordar uma lenda da nossa região.

Neste primeiro Sábado, a Lenda da Fonte da Senhora irá abrir as sessões.

Esta sessão destina-se a todos, miúdos e graúdos  que queiram

conhecer melhor as lendas e tradições das nossas terras.

Estarão como contadores de histórias:

Áurea Mata

Lúcia Serralheiro

Vanda Marques

 

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O papel das histórias na cultura dos povos

 

As histórias infantis reflectem-se no psiquismo infantil em vários níveis, conscientes e inconscientes. A utilização destas histórias permite uma ampla abordagem da problemática infantil por várias razões:

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A - A mais óbvia é a razão estética: sendo agradável, capta a atenção da criança.

B- É uma actividade lúdica que permite o desdobramento do tema utilizando a criatividade e a participação activa da criança, podendo ser transformada em dramatização simples, peça teatral elaborada, pintura, letra de música e brincadeira de faz-de-conta.

C- contar uma história estabelece e/ou fortalece os vínculos afectivos entre quem conte e quem ouve. Através das interacções não verbais que se estabelecem entre o narrador e o ouvinte, cria-se uma cumplicidade, uma empatia que fortalece a sensação de segurança e compreensão do outro por parte do narrador quanto do ouvinte.

D- Ouvir histórias auxilia a criança a sentir-se incluída no mundo e integrada à realidade. Como os pais contam para ela que na sua idade ouviam histórias contadas pelos avós, e que ela poderá, por sua vez, contar a seus filhos, a criança pode identificar-se com os pais, projectar-se no futuro, modelar seus comportamentos e perceber-se como um elo vivo na cadeias de gerações.

E- As histórias ampliam o vocabulário infantil e transmitem por estímulos subliminares todo tipo de informação cultural e conhecimentos teóricos sobre a história, a geografia, a religião e os costumes dos povos.

F-A criança, ao aprender algo com o avô ou outro idoso, adquire respeito pela sabedoria adquirida, admira o outro, valoriza a tradição e deseja para si esta sabedoria enriquecida pelos anos. O ancião, por sua vez, ao ensinar, renova seu conhecimento , ao percebê-lo através dos olhos infantis; revive as boas lembranças, consolida sua auto-estima. No contacto entre velhos e jovens verifica-se um enriquecimento mútuo: os idosos  melhoram a atenção, a memória, a saúde e o humor; os jovens ganham em paciência e em humildade. Através da cultura, o conflito pode transformar-se em parceria, a tolerância dar lugar à integração dos novos passos no mesmo caminho antigo.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Para reflectir

Sobre a engrenagem da vida…

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Retrato de uma princesa desconhecida

Para que ela tivesse um pescoço tão fino

Para que os seus pulsos tivessem um quebrar de caule

Para que os seus olhos fossem tão frontais e limpos

Para que a sua espinha fosse tão direita

E ela usasse a cabeça tão erguida

Com uma tão simples claridade sobre a testa

Foram necessárias sucessivas gerações de escravos

De corpo dobrado e grossas mãos pacientes

Servindo sucessivas gerações de príncipes

Ainda um pouco toscos e grosseiros

Ávidos cruéis e fraudulentos

Foi um imenso desperdiçar de gente

Para que ela fosse aquela perfeição

Solitária exilada sem destino

Sophia de Mello Breyner

O valor dos contadores de histórias

Num mundo cada vez mais globalizado e produtivo, em que “tempo é dinheiro” e o
relógio é o grande ditador, valorizam-se essencialmente instrumentos que possam nos
proporcionar rapidez, agilidade e comodidade. Somos passivamente induzidos a consumir
as imagens padronizadas e pré-fabricadas oferecidas pelos meios de comunicações actuais.
Ou seja, somos meros receptores que se abstêm de influenciar no produto final em nome da
comodidade. O resultado disso são pessoas cada vez mais ágeis, práticas, eficientes,
acomodadas e bem menos criativas!

Nós os contadores de histórias podemos quebrar esse efeito da “ditadura do tempo” e podemos transportar os nossos ouvintes para mundos de sonho, fazê-los sentir cheiros da infância , abrir caminhos para  que possam voar  na sua imaginação… enfim até  o adormecer se isso o fizer feliz

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Na Escola Básica dos Feires

 

A história do Pedro e Inês, apaixona as crianças e coloca- as perante questões muito importantes

que as inquietam, e as que as leva querer resolver problemas.

Estes meninos da turma onde eu fui contar a história… queriam um fim diferente, não queriam que Inês

tivesse sido morta.

Estivemos a falar sobre essas questões e as crianças chegaram à conclusão que esta história é um pouco como

a vida real. Onde o ciclo da vida começa com o nascimento, depois surgem os obstáculos as frustrações, as vitórias e as alegrias, mas com a noção que há um fim de ciclo.

Com as crianças aprendo sempre grandes lições de vida.

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

O livro do Amor de Pedro e Inês viajou até Estrasburgo

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A Associação Cultural  Portuguesa em Estrasburgo, está a desenvolver um programa para ensinar

às crianças, a nossa História de Portugal.

Fiquei muito satisfeita quando soube que os meus livros iriam ser uma das fontes, que

iriam levar estas crianças a viajarem pela nossa História.

Nesta imagem, o contador está a representar o papel de D. Pedro I.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

A História de Portugal foi até ao agrupamento Silva Gaio de Coimbra

 

A convite do Agrupamento Silva Gaio, eu e a Susana fomos partilhar a nossa alegria,amor pelas histórias e ilustração.

Tivemos grupos de crianças muito interessados e com grande vontade de aprender.

A história que eu desenvolvi com eles foi o “Milagre de Isabel  e Dinis”, onde os pontos altos foram a simulação do Milagre das rosas e a distribuição do pó mágico das estrelas.

Depois a Susana trabalhou com eles a ilustração e através do risco, explorou com as crianças, a criatividade e a imaginação.

Foi um dia muito estimulante e acho que todos nós ficamos mais ricos de experiências  de magia e encantamento.

 

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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

As crianças e as Lendas

Gosto de pegar nas nossas lendas e adapta-las às crianças, pois estas transmitem uma sabedoria a que as crianças são sensíveis e realçam situações de vitória da razão sobre a violência e do mais pequeno sobre o maior, dando credibilidade a algumas das naturais aspirações do mundo infantil.

As lendas fazem parte do património da humanidade, por isso, devemos acarinha-las e perpetua-las  para  que desta forma, as nossas raízes e as nossas crenças passem de geração em geração.

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“As Lendas são uma forma antiquíssima, cujo ornamento é tirado da tradição. São relatos de acontecimentos, onde o maravilhoso e o imaginário superam o histórico e verdadeiro.

Geralmente a lenda está marcada por um profundo sentimento de fatalidade. Este sentimento é importante, porque fixa a presença do destino, aquilo contra o que não se pode lutar e demonstra, irrecusavelmente, o pensamento do homem dominado pela força do desconhecido.

De origem muitas vezes anónima, a lenda é transmitida e conservada pela tradição oral”.

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