quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

EB1 da Azambujeira, a Escola dos afectos

 

Ontem lá fui carregada de malas e sonhos para a EB1 da Azambujeira.

Esta Escola é muito especial , o afecto e a integração são um sinal bem visível.

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Pousei as malas, vesti-me de princesa, enchi-me de sonhos e magia… respirei fundo e…outros mundos

de reis, cavaleiros e princesas, brotaram de mim, como por encanto.

O D. Fuas montado no seu cavalo levou as crianças para  o era uma vez… no tempo do rei D. Afonso Henriques.

 

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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Grandes artistas

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Sábados Lendários

 

Ontem, a Associação Terra Mágica das Lendas iniciou os Sábados Lendários.

Todas os  primeiros sábados de cada mês, na sede da Terra Mágica das Lendas, na Benedita, irão abrir-se portas para mundos de lendas e sonhos.

A Lenda que abriu a sessão foi “ A Fonte da Senhora”, história que conta o surgimento da Igreja da Benedita e no fundo a essência da gente da Benedita.

A sessão de histórias foi hoje, dinamizada pela Lúcia Serralheiro que foi a mediadora desta sessão, Áurea Mata que nos presenteou com a história da Zebra Camila e eu que contextualizei e contei a Lenda da Fonte da Senhora.

Tivemos  uma sessão concorrida com pais e filhos a  escutar e a colaborar num ambiente de magia e encantamento.

 

 

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sábado, 6 de fevereiro de 2010

São estes momentos que me dão força para continuar na minha entrega às histórias

 

Ontem à noite, tinha uma mensagem no telemóvel de uma professora da escola portuguesa em Moçambique.

Estavam a trabalhar a História de Portugal e através da internet descobriram “ O amor de Pedro e Inês”.

As crianças estavam entusiasmados com esta história e a professora Sandra, queria lhes fazer uma surpresa.

Prontamente me ofereci para ajudar, irei enviar os livros, buscar panfletos sobre o Mosteiro e se eu pudesse

ia também… levar a minha grande paixão por esta história.

A distância é grande, mas pelo menos vai um pouco de mim para Moçambique.

Agora vou ficar à espera de notícias, para saber como estas crianças reagiram ao “ Amor de Pedro e Inês.

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Um beijinho para Moçambique

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

O Fascínio das crianças pela pá da Padeira de Aljubarrota

Hoje andei vestida de Padeira de Aljubarrota   pelas escolas básicas do Bárrio e Vestiaria.

A história da Padeira empolgou as crianças , estas ficaram fascinadas com esta mulher, alta , forte e com seis dedos em cada mão…   mas a grande curiosidade  deles, era a pá.

Onde ela está?

Era mesmo mágica?

Quem a tem?

Podemos tocar na pá e ficar fortes?

Já alguém a quis roubar? 

Padeira_capa_pequena_245x245 Cópia de HPIM2129

A PÁ - UMA PRECIOSIDADE HISTÓRICA

O povo de Aljubarrota guarda religiosamente a sua pá em ferro martelado coevo. A pá esteve escondida por duas vezes: emparedada na casa da Câmara, durante o domínio filipino; e escondida num poço durante as invasões francesas, que com grande destruição e saque estacionaram nesta zona.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Um artista nas minhas aulas

 

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Tive hoje o privilégio de ter nas minhas aulas de História da Cultura e das Artes, um escultor da nossa zona, Renato

Franco que vive em Alvorninha.

Eu  fiquei emocionada com o saber  e a paixão que ele transmitiu na apresentação do seu trabalho.

Os alunos, por sua vez, estavam deslumbrados a beber as palavras de um escultor a sério.

O Renato explicou-lhes como foi o percurso dele, enquanto  artista, as dificuldades que  sentiu, as vitórias  e as lutas constantes com que se debate todos os dias.

Mostrou-lhes ainda, através de esculturas realizadas por ele, de que forma a arte pode ajudar na nossa identidade histórica e de que como se podem criar obras de arte através da reutilização de contentores, chapas, lixo, paus e etc.

Apelou ainda para a necessidade de nos conciliarmos com a natureza e saber aproveitar os recursos que ela nos tem para dar.

Foram duas horas  de exposição por um percurso fantástico  e ouvir artistas assim vale a pena… e os alunos agradecem.

renatofranco.planetaclix.pt/

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O Amor de Pedro e Inês vai andando de Escola em Escola

 

Este ano, muitos meninos do agrupamento das Escolas da Benedita irão desfilar no Caranaval, vestidos de D. Pedro e D.Inês. Para que esta história esteja bem presente no seu imaginário, lá vou cheia de sonhos e pós de perlimpim levar-lhes  o encantamento deste grande amor.

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                                         Jardim de Infância do Casal da Lagoa

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Vamos conhecer uma Lenda Portuguesa

Era uma vez… um cavaleiro de coração verdadeiro chamado D. Fuas Roupinho.

Era o mais forte e corajoso de toda o Reino de Portugal

Foi, por isso, o  eleito por Deus para lutar contra o mal.

Nossa Senhora concedeu-lhe um milagre e o grande D. Fuas foi salvo para tudo poder contar.      image      image        image               image 

Sessão de Histórias realizada no Centro Paroquial de Turquel.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Terra Mágica das Lendas

 

A Terra Mágica das Lendas vai iniciar  o programa “ Sábados Lendários”

Cada sessão irá abordar uma lenda da nossa região.

Neste primeiro Sábado, a Lenda da Fonte da Senhora irá abrir as sessões.

Esta sessão destina-se a todos, miúdos e graúdos  que queiram

conhecer melhor as lendas e tradições das nossas terras.

Estarão como contadores de histórias:

Áurea Mata

Lúcia Serralheiro

Vanda Marques

 

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O papel das histórias na cultura dos povos

 

As histórias infantis reflectem-se no psiquismo infantil em vários níveis, conscientes e inconscientes. A utilização destas histórias permite uma ampla abordagem da problemática infantil por várias razões:

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A - A mais óbvia é a razão estética: sendo agradável, capta a atenção da criança.

B- É uma actividade lúdica que permite o desdobramento do tema utilizando a criatividade e a participação activa da criança, podendo ser transformada em dramatização simples, peça teatral elaborada, pintura, letra de música e brincadeira de faz-de-conta.

C- contar uma história estabelece e/ou fortalece os vínculos afectivos entre quem conte e quem ouve. Através das interacções não verbais que se estabelecem entre o narrador e o ouvinte, cria-se uma cumplicidade, uma empatia que fortalece a sensação de segurança e compreensão do outro por parte do narrador quanto do ouvinte.

D- Ouvir histórias auxilia a criança a sentir-se incluída no mundo e integrada à realidade. Como os pais contam para ela que na sua idade ouviam histórias contadas pelos avós, e que ela poderá, por sua vez, contar a seus filhos, a criança pode identificar-se com os pais, projectar-se no futuro, modelar seus comportamentos e perceber-se como um elo vivo na cadeias de gerações.

E- As histórias ampliam o vocabulário infantil e transmitem por estímulos subliminares todo tipo de informação cultural e conhecimentos teóricos sobre a história, a geografia, a religião e os costumes dos povos.

F-A criança, ao aprender algo com o avô ou outro idoso, adquire respeito pela sabedoria adquirida, admira o outro, valoriza a tradição e deseja para si esta sabedoria enriquecida pelos anos. O ancião, por sua vez, ao ensinar, renova seu conhecimento , ao percebê-lo através dos olhos infantis; revive as boas lembranças, consolida sua auto-estima. No contacto entre velhos e jovens verifica-se um enriquecimento mútuo: os idosos  melhoram a atenção, a memória, a saúde e o humor; os jovens ganham em paciência e em humildade. Através da cultura, o conflito pode transformar-se em parceria, a tolerância dar lugar à integração dos novos passos no mesmo caminho antigo.

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