Estas giras bonecas de pano são feitas pela, Susana Silva Silva, ilustradora do livro “ O Amor de Pedro e Inês”.
Quem quiser adquirir, a D. Inês de Castro, feita manualmente e com muito requinte, pode contactar com:
Estas giras bonecas de pano são feitas pela, Susana Silva Silva, ilustradora do livro “ O Amor de Pedro e Inês”.
Quem quiser adquirir, a D. Inês de Castro, feita manualmente e com muito requinte, pode contactar com:
Mensagem divulgada em Portugal, pela Associação Portuguesa para a promoção do livro
Infantil e Juvenil
Um livro espera-te, procura-o
Era uma vez
um barquinho pequenino,
que não sabia,
não podia navegar.
Passaram uma, duas, três, quatro, cinco, seis semanas
e aquele barquinho,
aquele barquinho navegou.
Antes de se aprender a ler, aprende-se a brincar.E a cantar. Eu e as crianças de minha terra entoávamos esta canção quando ainda nenhum nós, sabia ler. Nós juntavam-nos na rua fazendo uma roda e, a despique com as vozes dos grilos no verão, nós cantamos uma e outra vez, a impotência do barquito que não sabia navegar
Às vezes nós construíamos barquitos do papel e íamos pô-los a navegar e os barquitos afundavam-se sem alcançar a costa.
(…)Atrás das caixas, num armário de minha casa, também havia um livro muito pequeno que não podia navegar porque ninguém o tinha lido. Quantas vezes eu passei ao seu lado sem dar pela sua existência. O barco do papel, encalhado na lama; o livro solitário, escondido na prateleira atrás as caixas de cartão.
Um dia, minha mão, à procura de algo, tocou na lombada do livro. Se eu fosse um livro, eu contava assim: “Um dia a mão de um menino roçou minha capa e eu senti que as minhas velas se desdobravam e eu começava a navegar”.
Que surpresa quando finalmente meus olhos tiveram na frente, aquele objecto ! Era um pequeno livro de capas vermelhas e de filigramas dourados. Eu abri-o expectante, como quem encontra um cofre, ansioso para saber seu conteúdo. E não era para menos. Mal comecei a ler compreendi que a aventura estava à minha espera: a valentia do protagonista, os personagens amáveis, os malvados, as ilustrações ( …) tudo me transportou a um mundo apaixonado e desconhecido.
Dessa maneira, eu descobri que além de minha casa havia um rio, e que depois do rio havia um mar, e que no mar , à espera de partir, havia um barco.O Primeiro em que embarquei chamou-se O Hispaniola, mas teria sido igual, se se chamasse Nautilus, Rocinante, o navio de Simbad, a jangada de Huckleberry,….todos eles, por mais que o tempo passe, estão à espera, que olhos de um menino, desamarrem suas velas e os façam zarpar.
Assim… não esperes mais, estende a tua mão, pega num livro, abre-o, lê: descobrirás como na canção de minha infância, que não há nenhum barco, por pequeno que seja, que em pouco tempo não aprenda a navegar.
Eliacer Cansino
professor de Filosofia e escritor de origem sevilhana
Em cada dois anos o mais prestigiado prémio internacional para o livro infantil é entregue pelo IBBY a um autor e ilustrador cuja obra mereça reconhecimento pelo contributo prestado a este campo da literatura. Os vencedores deste biénio foram anunciados na Feira do Livro Infantil de Bolonha e receberão o prémio no congresso "A forza das minorías", do IBBY, em Santiago de Compostela.
A honra coube a dois artistas editados entre nós: o britânico David Almond e a alemã Jutta Bauer. O primeiro conta já com outros importantes prémios (The Carnegie Medal, o Whitbread Children's Book Award ou o Smarties Book Award). Em Portugal, encontram-se quatro títulos da sua autoria, editados pela Presença. A saber: O meu pai é um homem pássaro, Um cantinho no paraíso, O grande jogo e O segredo do senhor Ninguém.
Jutta Bauer é também uma autora galardoada com o prémio German Youth Literature Award. Da sua autoria encontram-se publicados em Portugal os livros” Quando a mãe grita “e “Selma”, pela Gatafunho, e A rainha das cores, pela editora A Cobra Laranja.
Folheá-los na livraria mais próxima é sempre um prazer que não deve ser dispensado.
Vanda Furtado Marques apresenta «A Padeira de Aljubarrota»
Vivaci Caldas da Rainha
Sexta-Feira, 02 Abril 2010, 15:00
No âmbito do Dia do Livro Infantil, a escritora Vanda Furtado Marques organiza uma sessão especial para as crianças, no dia 2 de Abril, pelas 15h, na livraria Bertrand Caldas da Rainha. Partindo de um dos seus mais conhecidos livros infantis, «A Padeira de Aljubarrota», a autora lê a dramatiza a história para as crianças.
“O teatro não deve ser elitista, reduzido a minorias esclarecidas, nem demagogo, obediente a cartilhas consumistas de multidões acríticas”
(Miguel Manso )
e com muita vontade de divulgar a Língua Portuguesa e o seu amor pelo teatro.
A Oficina de Teatro da Confederação da Comunidade Portuguesa no Luxemburgo foi criada em Maio de 2009, com o objectivo de preencher uma lacuna existente no panorama cultural da comunidade portuguesa neste país. A não existência de projectos nesta área e a necessidade de divulgar a língua e cultura portuguesas foram os motes para a criação de uma Oficina de Teatro, sem limite de idade e aberta a todos aqueles que gostam desta arte.
Blog: oficinadeteatroccpl.blogspot.com
Sob a direcção da nossa encenadora Sónia Tomás, a Oficina de Teatro apresentou no dia 20 de Março - no 27º Festival das Migrações, Cultura e Cidadania - o conto infantil "O macaco que queria ser gente", da autora Margarida Cachada e com ilustrações de Andrée Staar.
Este conto foi apresentado em Francês e em Português e contou com a representação de Cláudia Cordeiro, como contadora de histórias, Nuno Trindade, na viola, Ricardo de Oliveira, São Alberto, Nuno Neves e ainda Sónia Tomás.
A Oficina de Teatro da CCPL acompanhou, no dia 20 de Março de 2010, a escritora Vanda Furtado na apresentação dos seus livros, numa escola em Steinfort.
A actividade foi organizada pela Oficina em parceria e colaboração com a Associação Amigos 25 de Abril e Estrutura de Coordenação do Ensino do Português no Luxemburgo.
Para mais informações sobre a escritora, aceda ao blog:
http://vandafurtadomarques.blogspot.com/
retirado do blog: oficinadeteatroccpl.blogspot.com
No Domingo, a experiência no Salão do livro foi muito rica, muitos portugueses e os filhos quiserem vir recordar a nossa História de Portugal.
Estive com pessoas originárias de Alcobaça, que neste momento vivem no Luxemburgo, e que ali estiveram para apoiar a minha presença, tal como todos os outros que me apoiaram de forma muito calorosa.
Foi uma experiência inesquecível…