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Os fantoches da Carolina

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  Costumo trabalhar com fantoches com a minha aluna especial, a Carolina que vive enfeitiçada  pelos fantoches. É uma maravilha ver como esta menina interage com os fantoches e de como eles são importantes para a sua aprendizagem.       O fantoche como coadjuvante do processo educativo O fantoche é um outro recurso, significativo, para contar  histórias”. Utilizado com muita frequência no ambiente escolar, é um excelente auxiliar na tarefa de contar histórias, facilitando para o educador, que encontra no boneco um meio físico, real de envolver as crianças, de forma mágica e lúdica. Pois, o fantoche é mais que um simples boneco, é a "personificação" do personagem que se torna algo real e concreto, que expressa emoções e sentimento através dos gestos e da voz de quem o manipula. O fantoche é um objeto de expressão, tem função social, é um ser de comunicação, promovendo relações com o mundo interno, externo e com o outro. Os fantoches são em si provedor...

Os floquinhos mágicos

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  Se todos distribuíssemos uns floquinhos… poderíamos mudar o mundo   Era uma vez uma pequena aldeia…onde o dinheiro não entrava.Tudo o que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado. A coisa mais importante, a coisa mais sublime, era o amor. Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos, ou utensílios, dava seu CARINHO .   O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes, era normal que as pessoas trocassem floquinhos sem querer nada em troca.As pessoas davam seu CARINHO pois sabiam que receberiam outros num outro momento, ou noutro dia. Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia,convenceu um  menino a não dar mais os seus floquinhos. Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.  Iludido pelas palavras da malvada, o menino,que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar CARINHOS e em pouqu...

Um Natal muito Feliz….

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  Para todos… um Natal cheiinho de amor, carinho, bolinhos doces, miminhos fofos  e muitas histórias de encantar… Beijinhos de algodão doce

A Senhora que era tão amarga… que até azedava o leite.

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    Era uma vez… uma senhora que era  tão amarga, que quando falava arrepiava os cabelos de quem a  ouvia,  e se houvesse leite por perto, até ele azedava. Esta senhora amarga viva sozinha no seu grande e escuro casarão, não havia marido, nem cão, nem gato, nem periquito, nem peixe que  aguentassem tanta amargura. As pessoas evitavam cruzar-se com ela, pois já sabiam que da sua  boca só se soltavam palavras de rancor e azedume.Ela, pelo contrário, adorava dar dois dedos de conversa,pois sentia-se crescer , crescer, até se tornar um gigante que espezinhava o anãozinho. Esta senhora alimentava-se do mal que fazia aos outros… achava-se a Rainha do Mundo. Um dia, um grupo de crianças entrou no seu jardim, queriam ver como era a senhora azeda…Assim, que a senhora amarga as viu, decidiu fazer das suas, e mandou-as entrar. As crianças entraram com algum receio, mas a senhora amarga tinha um ar tão normal, que aceitaram o convite. Foi então, que a amar...

Há muitos, muitos anos…

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    NO PRINCÍPIO... "No princípio os homens não falavam. Nenhum animal falava, exceto os pássaros. Havia um saco com palavras que estava à guarda da Andua. Foi então que apareceu um rapaz com um único braço, uma única perna e só metade da cabeça. O rapaz roubou o saco das palavras, abriu o saco e meteu as palavras na boca. Na manhã seguinte, quando despertou, era uma pessoa inteira, mas metade rapaz e metade rapariga. Além disso falava, e a sua língua era ágil e harmoniosa como a dos pássaros."   (De um conto tradicional ovibundo em Seleção de contos, provérbios e adivinhas em umbundo, de Jeremias Capitango, citado por José Eduardo Agualusa, no livro Milagrário Pessoal.)

Uma história ternurenta…

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  O Bailado das Borboletas Abriram-se as portas minúsculas  das casinhas das árvores. De cada casa, dez borboletas fofinhas, saíam das suas caminhas. Sacudiam as suas asas, compunham os seus fatinhos coloridas e esticavam os seus pés delicados. Puseram-se em posição, ouviu-se o apito… 1,2,3… partida. Os céus encheram-se de borboletas, que dez a dez , iam crescendo, até ficarem mil, dois mil, três mil… criando nuvens coloridas que bailavam ao sabor da melodia do vento. Estavam verdadeiramente felizes… podiam finalmente, sentir o sabor do vento, o quentinho do sol e o cheiro das flores e a melodia do mundo. Se olhássemos bem… via-se o pozinho de borboleta que se ia soltando. Cada uma abria o seu saquinho e enchia  o mundo de magia. Esta magia encheu os céus de um dourado tão intenso, que criou uma luminosidade irreal. Um pintor que por ali passava imortalizou na sua tela “ O Bailado das Borboletas. Vanda Furtado Marques

Ideias giras para o Natal

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  Que duendes mais fofos! O sortudo do Pai natal é que tem o privilégio de ter estes duendinhos fofos a viver com ele. ~