sábado, 27 de dezembro de 2008

Video da Padeira na EB1/JI do ALQUEBRE, Vila Nova de Gaia

Nesta bonita escola, foi filmado este video.
Divirte-te.

           

Uma mensagem de paz e harmonia para o novo ano

Foi por acaso que deparei com o escritor Thiago Sabrosa e o seu livro “O Natal do tio Thiago”, gostei muito das suas mensagens de paz, harmonia e reconciliação e por isso aqui deixo uma das histórias, especialmente para todas as mães:

Maria, história de oito de Dezembro
"Eu estava maravilhada com a maneira como Deus estava a preparar a vinda do nosso filho. Como o Senhor pensou em tudo, de uma maneira tão simples e discreta, Deus sempre nos surpreende. Quando voltei de casa de Isabel para Nazaré, já sentia o bebé dentro de mim. Comecei a fazer o que fazem todas as mães: a falar com Ele. Já sabia nessa altura que Ele era o Messias, mas não podia trata-lo como outra coisa que não fosse como o meu filho!  Era rídiculo falar com Ele, como se estivesse a falar com um grande Senhor, um  chefe de tribo ou um sacerdote importantíssimo. Era o meu filho e não lhe podia falar senão de amor. Fiqei supreendida com o amor que sentia por Ele desde o primeiro instante em que tomei consciência da sua intensidade. Nunca tinha amado assim!
(...) Deus tem tudo bem preparado e pensado, para cada um de nós. Coisas que na nossa vida às vezes não entendemos, podem preparar para outras. Tudo o que vem de Deus é uma certeza, sempre maior e mais maravilhosa, do que nós humanamente podemos imaginar. Porque confiamos, perdemos o medo e maravilhamo-nos com as mesmas coisas que à partida nos assustam."
[adaptação do evangelho secreto de Maria]

Conselhos do tio Thiago
Hoje pomos no presépio a figura a figura da Nossa Senhora. Foi no dia oito de Dezembro que em Vila Viçosa, que o rei D. João IV, coroou Nossa Senhora da Conceição, Rainha de Portugal, pondo a sua coroa na imagem. E eu? Também quero coroar a mãe de Deus, como minha mãe, rainha da minha vida, para que me ensine a como ela, estar atento à minha volta e agradecer a Deus as maravilhas, que todos os dias faz por mim.
[In “O Natal do Tio Tiago” da Editora Miosótis]

Por que devemos contar histórias para as crianças?

Contadores de histórias...
Quando ouvimos essa expressão quase sempre vamos atrás no tempo e recordamo-nos de uma tia ou avó que nos contavam histórias antes de dormir. Infelizmente, contar histórias tem-se tornado uma prática pouco comum ou quase inexistente. Perdemos o sentido mais primário que essa linguagem propicia: de agrupar pessoas, aproximar e compartilhar.


No stress diário da vida, na linguagem industrial que algumas emissoras impõem, pouco tempo reservamos para simplesmente contar histórias aos nosso filhos.
Esquecemos que, através das histórias, a criança cria seu próprio inventário moral, elabora questões que a angustiam e se sente alimentada.
Através de personagens que têm que vencer obstáculos, sair do âmbito familiar e conseguir sucesso no mundo externo, preparamos o pequeno ouvinte para adoptar vivência com mais segurança das suas próprias derrotas e perdas.
Contudo, é preciso ter muito cuidado ao eleger as versões que são contadas para as crianças, grande parte das publicações que encontramos nas livrarias (afinal, criança é um grande filão editorial) foram de tal forma destituídas da sua essência que perderam elementos importantes para atingirmos nossos objectivos.

Como a leitura pode ser estimulada em casa
Uma casa bem boa é uma casa cheia de histórias a escorrer pelas paredes, plantadas nos vasos, enfiadas nas gavetas, e à mostra nas cristaleiras.
Para isto, além de livros povoando todos os lugares, pensa-se que uma forma bonita de estimular a leitura em casa é ter olhos e ouvidos abertos para o mundo, para a vida, tudo, exactamente tudo serve para estimular o desejo por histórias. É bom que nos tornemos contadores de histórias e cantadores da vida.

Qual a importância da leitura na formação do indivíduo
Acredita-se muito que a leitura é um território; um território de (re)significação. Uma tese onde tento argumentar que "O indivíduo Social" constroi-se verdadeiramente a partir do momento em que se torna leitor de si, do outro e do mundo.

As fontes para se encontrar histórias para as crianças
Muito resumidamente: nos livros clássicos, aqueles maravilhosos, que mudaram a vida de gerações e gerações; livros com contos de fadas, com contos populares de diversos países, com mitos de várias civilizações. Mas também é bom não esquecer das histórias contadas pessoalmente, aquelas que fizeram e fazem uma multidão de crianças adormecerem e sonharem e "despertarem", assim com aspas.
E aquelas histórias familiares, dos nossos entes queridos, histórias que vão construindo sagas fantásticas e que estão tão pertinho de nós: aquela tia que nunca se casou porque preferiu ir viajar pelo mundo para conhecer outros lugares e povos; aquele primo adorado que se foi; aquela avó cheia de ideias e sabedorias etc. etc.
Com o tempo, vamos sofisticando tanto os nossos gostos e hábitos que nos esquecemos de valores tão importantes. Qual foi a última vez que nos sentamos confortavelmente no tapete, abrimos o álbum de fotos de família e revisitamos a nossa própria história? Qual a última vez que contamos para uma criança uma história que ouvimos na infância? Uma atitude tão informal e, ao mesmo tempo, tão rica.

Fonte: Laerte Vargas - Contador de Histórias e Facilitador de Oficinas

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

A Padeira em Turquel

Cópia de HPIM2123Fui a Turquel contar a história da Padeira às crianças, e no final a primeira pergunta que me fizeram foi:
-Ó Padeira, porque vens tu de sapatilhas?!!
Tive de ser rápida no raciocinio e respondi:
-Sabem que vir a pé desde de Aljubarrota não é fácil.
Mas mesmo assim lá tive que trocar sapatilhas pelos chinelos.
A curiosidade das crianças é mesmo saudável e sincera.

 

Adorei a prendinha que elas me deram e a pá mágica fez um brilharete, tanto que acho que um dia destes as crianças vão começar a procurar a pá por Aljubarrota…

 

HPIM2136

Os novos artistas

A Padeira da Beatriz

E a Padeira do Diogo

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

A "Padeira de Aljubarrota" e a "Rainha Santa" na Escola Básica dos Covões.

As crianças adoram histórias de Reis e Rainhas...
O imaginário dos castelos, das princesas, dos cavaleiros, encanta-as e fá-las sonhar.
Mas crianças  também adoram herois, como a Padeira, que emergem do povo (gente vulgar) e possuem características particulares: Forte, Feia, muito Grande e  com Seis Dedos em cada mão.

Aqui a criança pode sentir-se o heroi, e sonhar que também, ela pode fazer algo de muito especial por si e pelos outros.

Um fim-de-tarde na EB1 da Ribafria.

Hoje tive a alegria de contar a história da "Padeira de Aljubarrota" para os meninos e pais da  Escola da Ribafria.

O professor Paulo organizou um serão na biblioteca que incluia a minha participação, como escritora e  a da Susanne, como ilustradora.
Tivemos ainda o prazer de ouvir as crianças a lerem os seus trabalhos e disfrutar de umas belas dramatizações.


Era uma vez uma Lenda Portuguesa...Foi muito interessante, falar com os pais e as crianças, sobre o tema da “Diferença”. Toda esta temática nasceu, pelo facto da Padeira ter seis dedos. As crianças deram-nos belas lições de como se deve lidar com a "Diferença".

Sabes, a sabedoria das crianças, deixa-me extasiada, e com vontade de cada vez mais estar com elas e ouvi-las.

Ora conta lá os dedos da Padeira…

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

“Padeira de Aljubarrota”

Vou abrir umas páginas para poderes ver o que livro te oferece.Já era de noite, quando Brites...

A emocao foi tanta, que Brites...

 

Está delicioso, não está? Como as ilustrações são de pasta de açucar, só me resta desejar-te  umas doces leituras.

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