segunda-feira, 31 de maio de 2010

Um grande , grande beijinho para as crianças.

 

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Que as histórias façam parte do vosso crescimento e que a vontade de sonhar e brincar vos possa acompanhar no vosso percurso de vida.

Um Feliz dia da Criança…

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Altruísmo… Sim obrigado

Altruísmo: "Provém do latim, da raiz ‘alter’ que significa precisamente ‘outro’.
Designa o que preocupa e se interessa pelos outros, jamais negando auxílio e ajuda, sendo capaz de abrir mão de seus próprios interesses.
Numa extremidade está o egoísta, e na outra, oposta, o altruísta.
Se a característica do egoísta é mentir, trapacear e enganar para obter vantagens pessoais, a do altruísta é a generosidade, a nobreza, o amor ao próximo, o carácter recto.
É um valor que não cai do céu, não nasce nas árvores, e não se encontra no mar.
Mas que se forja no dia-a-dia, desde a tenra idade, desde a primeira infância, à medida que crescemos e amadurecemos para a vida."

 

Nós (escritores e contadores de histórias), também podemos dar ênfase a estes valores e mostrar que vale a pena a pena ser altruísta, mostrando às crianças, que esta palavra é feita do veludo das estrelas e é macia como os colos-de-mãe.
Ser altruísta é abrir brechas nos muros mais duros e rochosos e não esperar que nos batam palmas.
É avançar com a nossas ideias ‘de mudar o mundo’, mesmo quando as pessoas não nos escutam e nos viram a cara.
É acreditar nas fadas e nos sonhos, não tendo receio que nos julguem ou nos achem loucos.

É a generosidade, a nobreza, o amor ao próximo.

Vanda Furtado Marques

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Prefiro ser fada…

 

 

 

Roseana Murray
Do livro:
Pêra, Uva ou Maçã, ed..Scipione, 2005


FADAS E BRUXAS

Metade de mim é fada,
a outra metade é bruxa.

Uma escreve com sol,
a outra escreve com a lua.

Uma anda pelas ruas
cantarolando baixinho,

a outra caminha de noite dando de comer à sua sombra.

Uma é séria,
a outra sorri;

Uma voa,
a outra é pesada.

Uma sonha dormindo,
a outra sonha acordada.

Borboleta… flor-do-ar

CANÇÃO DE LEONORETA
Eugénio de Andrade

Borboleta, borboleta
flor-do-ar
onde vais, que me não levas?
Onde vais tu Leonoreta?

Vou ao rio e tenho pressa!
Não te ponhas no caminho.
Vou ver o jacarandá,
Que deve estar florido.

Leonoreta, Leonoreta
Que me não levas contigo…

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Trabalhos giros sobre a Padeira de Aljubarrota

Realizados pelos alunos da Escola Internacional de Torres Vedras.

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sábado, 22 de maio de 2010

Miminhos das crianças

Eu sei que estes elogios vêem directos do coração. São miminhos com estes que me dão vontade de continuar a distribuir sonhos e a palmilhar escolas de lés-a-lés. Obrigado!

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Beijinhos da Beatriz Inês Maria - E.B. Candeeiros - 4ºano Alexandra Magalhães - E.B. Candeeiros - 4ºano

Era uma vez… no tempo dos Reis e das Rainhas

A magia da história vai começar…
vamos todos imaginar que estamos no Reino de Portugal à muitos, muitos anos.

D. Nuno, o Santo CavaleiroE.B.1 Turquel

D. Fuas RoupinhoJardim de Infância dos Candeeiros

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Na Escola Internacional de Torres Vedras

A famosa mulher dos seis dedos em cada mão, continua a ser alvo de uma curiosidade enorme por parte das crianças.
Nesta Escola, a Padeira de Aljubarrota descobriu uma serie de parentes, haviam várias crianças que tinham no seu nome, Almeida.
Todos queriam ser familiares da Brites de Almeida, é interessante perceber como esta figura é marcante para as crianças e como elas vibram com as suas aventuras. Grande Padeira de Aljubarrota!!!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

D. Inês de Castro e a Padeira de Aljubarrota vão encantando as crianças

Foi na Escola Básica de Salir de Matos…


E assim foi…
Os dois amados puderam finalmente dormir o sono eterno,
frente a frente,
nos braços do belo e encantado
Mosteiro de Alcobaça.

Brites de Almeida…
era uma rapariga diferente… 
alta, forte e com…
seis dedos em cada mão

sexta-feira, 14 de maio de 2010

É urgente sonhar…

Era uma vez… um país onde crianças, mães, pais e até os avós tinham deixado de sonhar.

Quando os pais davam as boas noites aos filhos, já não diziam - “Sonhos Cor-de-Rosa”, e nem contavam histórias de encantar.
Os adultos sempre apressados no seu dia-a-dia, pareciam máquinas de trabalhar.
Os corações  tinham enferrujado e nenhuma emoção, os fazia vibrar. As pessoas já não se abraçavam, nem se ajudavam, pois isso fragilizava-as e trazia-lhes as emoções à flor da pele. Os filhos tinham deixado de contar os seus sonhos aos pais, e os pais já não partilhavam as memórias com os filhos.

Neste país, os adultos pensavam que as crianças eram felizes tendo muitos brinquedos e roupas bonitas. Acho, mesmo que os afectos e os carinhos, tinham ido junto com os sonhos, sabe-se lá para onde?

Um dia um menino, tocou o sino, e chamou todos à praça principal:
- “Fiz uma grande descoberta e quero-vos contar”.

A população, sem paciência para brincadeiras, voltou costas e ignorou as palavras do menino.  Mas a criança, voltou a falar…
- “Esperem eu sei onde estão os sonhos e os carinhos!”

Os adultos que já estavam mecanizados, continuaram a andar, mas as crianças… as crianças…
as crianças perceberam que era importante escutar.

O menino falou, contou-lhes que os adultos foram fechando à chave as gavetinhas dos sonhos, e que agora tinham de ser eles, as crianças a ensinar, como abri-las de novo.

Nessa noite, foi a vez das crianças contarem histórias aos adultos, mundos coloridos, castelos de encantar, florestas mágicas e sorrisos de princesas inundaram os lares deste país longínquo.

Foi uma noite mágica, os adultos deixaram-se embalar pelas histórias de encantar e os sonhos foram voltando para o seu lugar.

Nessa noite todos sonharam… Sonhos Cor-de-Rosa.

escrito por Vanda Furtado Marques

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Recriação da Lenda da Fonte da Senhora

Com a colaboração da turma da turma 11ºG do Externato Cooperativo da Benedita, foi recriada a “Lenda da Fonte da Senhora” , lenda que narra a história da fundação da Vila da Benedita.

Junto da Fonte da Senhora, criou-se o ambiente da história… as lavadeiras, os camponeses, a Nossa Senhora e a população, lá estavam para dar mais realismo à história.

As crianças foram seguindo atentamente a história e lançaram uma questão muito pertinente:
- “Vanda, já viste que a Nossa Senhora escolhe sempre locais bonitos para aparecer, fontes, árvores, sempre junto da Natureza?”

Pois é, realmente a Mãe Natureza é um poço de surpresas e é junto dela que todos nós nos sentimos bem. Por isto tudo vale a pena contar histórias e lendas…

As memórias dos povos devem-se ir reavivando, as novas gerações precisam destas recordações…
As lendas são caixinhas de memórias que guardam segredos e tradições.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

O livro “D. Nuno, o santo Cavaleiro” é notícia na Fórum Estudante.

D. Nuno, o Santo Cavaleiro

“Ler faz bem à alma, fortalece os miolos e enriquece a nossa cultura.

O que há de melhor para fazer, numa chuvosa tarde domingo, com os calos à lareira do que mergulhar num fabuloso mundo de imaginação e criatividade, deixando-nos deleitar por histórias de princesas e dragões, homenzinhos com pernas de pau e até acerca do mais poderoso feiticeiro?

“Há muito, muito tempo atrás, vivia no Reino de Portugal um menino chamado Nuno. Nuno era um sonhador, passava horas e horas a brincar com a sua espada de madeira e a imaginar que era forte e valente, como os cavaleiros do Rei Artur.”

Sedutoramente, inicia-se assim o livro infantil de Vanda Furtado Marques, professora de História, que nos últimos anos se tem dedicado à [escrita de contos infantis baseados na] História de Portugal.

As ilustrações, que fazem deste livro ainda mais saboroso, são de Gabriel Colaço, e o livro é publicado pela editora 7 Dias 6 Noites, de Vila Nova de Gaia, que apostou numa edição bilingue, português/inglês, [para ajudar as nossas crianças a estudar inglês e] para atingir um público internacional.”

Eliana Caldas

www.forum.pt

Fórum Estudante

Proposta de actividades para Escolas e Bibliotecas

Este é o meu projecto de sessão de Histórias com as crianças

“Era uma vez… A Magia da História de Portugal”

Pretendo com esta sessão:

  • Descobrir a importância dos contos de fadas e das lendas no processo de maturação das crianças.

  • Compreender a importância das metáforas nos textos infantis.

  • Transmitir a importância do sonho e da fantasia para o crescimento saudável das crianças.

  • Despertar o gosto pela História de Portugal

D. Inês de Castro Rainha Santa Isabel Brites de Almeida - A Padeira de Aljubarrota

OBJECTIVOS:

  • Contar episódios da nossa História de Portugal com uma linguagem simples, encantada e carinhosa, de forma a levar as crianças a descobrir a riqueza da nossa cultura.
  • Levar as crianças a Descobrir Valores que cada vez mais se vão desvanecendo na nossa sociedade.
  • Abordar a História do Ponto de Vista Feminino ao demonstrar que as Rainhas tiveram um papel fulcral na nossa História e que juntamente com um grande Rei existiu sempre uma grande Rainha.
  • Permitir que as crianças vejam o Lado Humano dos Reis e Rainhas e que isso lhe possibilite descobrir que as decisões e os actos por eles realizados também lhes criaram indecisões, dúvidas, ódio e sacrifícios e transformações.
  • Transmitir às crianças o Encantamento e Magia, pois é muito mais fácil cativar as crianças para o Mundo da História através da linguagem dos contos de fada.

Livros que escrevi, e que exploro com as crianças:

O Amor de Pedro e InêsO Amor de Pedro e Inês O Milagre de Isabel e DinisO Milagre de Isabel e Dinis A Padeira de AljubarrotaA Padeira de Aljubarrota

A Lenda de Fonte da Senhora

A Lenda da Fonte da Senhora
D. Fuas RoupinhoD. Fuas Roupinho D. Nuno, o Santo CavaleiroD. Nuno, o Santo Cavaleiro

segunda-feira, 3 de maio de 2010

As histórias no Colégio Rainha Dona Leonor

Procurando fomentar o gosto pela leitura e pela escrita, a Feira do Livro do CRDL convidou alguns escritores para as diversas faixas etárias. 

(…) Os alunos do 1.º Ciclo do CRDL receberam a visita da escritora Vanda Furtado Marques que, sob o disfarce de “Padeira de Aljubarrota”, encantou o seu público com a reprodução destas lendas que fazem parte da Cultura Portuguesa. A escritora Sílvia Alves, autora de livros como “Coisas de Mãe” e “A Feiticeira do Bosque” e o “Professor de Botânica”, conversou com os alunos do 2.º Ciclo sobre os seus livros e sobre o prazer da leitura. Finalmente, para os alunos mais velhos e para toda a comunidade educativa, o Colégio contou com a presença do escritor Mário Zambujal, que, num ambiente muito propício a uma conversa familiar, abordou questões como o uso das máquinas/novas tecnologias, o prazer pela leitura e pela escrita, a profissão de jornalista, entre outros temas que cativaram a atenção de todos”.

Retirado do site do Colégio Rainha Dona Leonor
www.crdl.pt

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