segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Receita para ser um contador de histórias

 

Quando iniciei a minha actividade como contadora pensava… será que devo ser séria,  brincalhona, moralista,devo

seguir algum contador?

Tive imensas dúvidas e andei um bocado baralhada, só consegui deixar soltar a minha alma de contadora de histórias

quando  me assumi e acreditei na minha força interior.

Hoje sou eu própria e tenho o meu estilo que não é melhor do que os outros…mas é o meu!!!

Continuo todos os dias a pesquisar e a aprender para ser cada vez melhor … para levar o sonho

das histórias às crianças

 

5 008 Aqui fica uma receita engraçada

Não conseguiremos “engravidar as palavras de sentido” se não formos viajantes do conto.
E isso me faz lembrar um pré-requisito fundamental para um contador de histórias: uma boa dose de delírio.
Pessoas muito racionais e práticas talvez venham a encontrar maior dificuldade para dar voz a uma história. Afinal, como acreditar que aquele sapo era um leão de pedra que vivera encantado durante anos na caverna do Elfo Azul e agora se transforma em príncipe frente aos olhos da Princesa Anã?
Contar histórias é imaginar o inimaginável, o conto só ganha corpo e existe quando é materializado na imaginação do ouvinte e do contador. Aí, sim, ele estará cumprindo a sua missão essencial.
Ponho uma “musiquinha” aqui nesse momento mais triste? Tocar um instrumento pode até ser, mas lembre-se sempre que a leitura que você faz do conto pode não ser a leitura que a criança faz. O ouvinte pode estar dando graças a Deus da bruxa ter acabado de vez com aquele príncipe idiota. Não imponha sua leitura, dê espaço para que a criança faça a dela. Esse é um dos nossos intuitos ao promover a Hora do Conto, lembra? Formar leitores múltiplos.
E nada de finais moralizantes, viu? A moral deve ser subliminar e o tempo para a criança digerir o conto deve ser preservado sempre.
Também nada de actividades imediatamente após a conotação de histórias. A Hora do Conto, por si só, já é uma actividade repleta de conteúdos.

retirado do blogcontadoreshistórias.space.live.com

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A família continua a ser o espaço emocional mais importante para as crianças.

 

image 

 

No meu próximo livro, irei contar a história de um Rei e uma Rainha… que tão bem souberam criar uma família afectuosa e unida. Foi esta união familiar que trouxe uma geração, de grandes príncipes e princesas  que  alargaram os horizontes de Portugal.

Continuo a ter a certeza, que através das histórias, podemos abrir espaço para as crianças sonharem e lhes damos

ferramentas para elas crescerem de uma forma sadia e consciente.

Abordar o tema da família era imprescindível, pois como diz Daniel Sampaio Importa compreender que se vive mal sem pertença e que, um mundo ameaçador e imprevisível como o de hoje, a história da nossa família e a relação com os nossos próximos, constitui a referência fundamental.”

Por isso é tão importante  partilharmos com os nossos filhos, as histórias da nossa família… 

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A importância do afecto e da paixão

É fantástico quando nos conseguimos envolver com paixão e afecto no

nosso dia-a -dia.

Quando agimos com o coração, abrimos caminhos mesmo por bosques espinhosos.

Quando  distribuímos afecto, mil sorrisos se abrem diante os nossos olhos.

Sempre que poder… distribua afecto e abra o seu coração.

 

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Afecto

A base de qualquer relação interpessoal feliz, saudável e perfeita..são os afectos.....Afectividade no olhar, nos gestos, nas palavras....

Criar pontes de intimidade...........

Um pequeno toque....um beijo....uma carícia....um abraço....estabelece correntes contínuas de energia entre o um e o outro.....

O milagre de um elo de intimidade que se constrói...e que canaliza energia positiva...permite ao outro ser humano sentir que é digno, que é aceite e que é um ser humano pleno e realizado.....

Sentir o conforto e a alegria de viver o dia a dia, numa perfeita sintonia com alguém que nos valoriza como seres humanos....

Dar afectos é óptimo para quem recebe...e sabe tão bem para quem dá.........

Viver intensamente passa sempre por saber dar afectos.....

publicado por António ramalho
retirado do blog: Entender as relações humanas

Paixão

 

A paixão é um movimento
da alma, (do latim, anima), um movimento que arrasta o
próprio e o outro no seu dinamismo, que o anima. A paixão
não diminui, não fragiliza, não retira lucidez. Pelo
contrário, compromete, engrandece e ilumina. Trata-se
afinal de pôr a alma em cada gesto, de ser humano, de ser
uma «inteireza». ,
(Freire, 1995: 18, cit

domingo, 16 de agosto de 2009

O Regresso da Brites de Almeida

Mesmo nas férias …

Continuo a receber trabalhos dos nossos amigos sobre a Padeira de Aljubarrota.

 

Padeira_capa_pequena_245x245 

Aljubarrota, terra pequena,
Pá com uma grande história.
Conhecida aqui e além do mar,
Pela sua grande vitória.


Ser guerreira é ser valente,
E não  aceitar derrota.
Lutou contra os castelhanos,
Grande padeira de Aljubarrota.


Foi D.Nuno Alves Pereira,
Que nos deu alegria.
De chegarmos à vitória.

Derrotou os castelhanos,
Que tiveram de fugir.
Eram tantos,tantos e tantos,
Mas nós é que fomos os vitoriosos.

Rute Santos

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