quinta-feira, 29 de julho de 2010

Desta vez rumo ao Algarve

Marcarei presença em Monchique com a apresentação do livro “ D. Nuno,  O Santo Cavaleiro”

No dia 6 de Agosto pelas 21:30

III Feira do Livro de Monchique

Nos próximos dias, de 31 de Julho a 8 de Agosto de 2010, entre as 16.00h e as 23.30h, irá decorrer no Largo dos Chorões, em Monchique, a III Feira do Livro com uma diversificada oferta de leituras.

Durante o seu período irão realizar-se diversas acções que convidam à promoção do livro e da leitura, tanto para os mais novos como para os mais crescidos, bem como as artes de animação, do canto, da música e da dança estarão presentes.

Todos os livros têm 20% ou 10% (novidades) de desconto!
Aproveite!

Participe na Feira e nas suas actividades!

Divulgue junto dos seus familiares e amigos!

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

Uma rainha inspiradora

D. Leonor foi uma Rainha que nos deixou um grande legado social- as Misericórdias, a  imprensa, fundou o Hospital Termal das Caldas da Rainha, protegeu as artes e literatura, foi uma grande “Senhora do Renascimento”.

Dará uma bela história infantil…

SOBRE D. LEONOR DE LENCASTRE...

  in Museu José Malhoa, Caldas da Rainha

D. Leonor de Lencastre foi rainha de Portugal pelo seu casamento com D. João II, o Príncipe Perfeito, em 16 de Setembro de 1473, na cidade de Lisboa.

    Nasceu em Beja, a 2 de Maio de 1458.

    Terceira filha dos infantes D. Fernando e D. Brites era neta paterna do rei D. Duarte e da rainha D. Leonor de Aragão e neta materna do infante D. João, filho legítimo do rei D. João I, e da infanta D. Isabel, filha do bastardo do rei D. João I, D. Afonso, 1º duque de Bragança.

    Intimamente ligada, por laços de parentesco, à família real e à grande nobreza, D. Leonor envolver-se-á nos jogos de poder e de influência de importantes casas senhoriais, nomeadamente as de Bragança e de Viseu, principais opositoras à política centralizadora de seu marido, o rei D. João II.

    A morte do duque de Viseu, D. Diogo, seu irmão, em 1484, às mãos de D. João II, após a condenação e execução do duque de Bragança, seu cunhado, em 1483, marcou o seu progressivo distanciamento do rei, acentuado com a morte do seu único filho, D. Afonso, em meados de 1491, e as tentativas de legitimação, por parte de D. João II, do bastardo D. Jorge.

    D. João II pretendia legar a sucessão do trono a D. Jorge, mas a rainha entendia que, na falta de filhos legítimos, o trono pertencia a seu irmão D. Manuel, duque de Beja. O conflito entre os dois  agravou-se, ao ponto de a rainha se recusar a assistir aos últimos momentos de vida do marido e de proibir D. Manuel de obedecer ao rei. Venceu a rainha e D. Manuel sucederá  D. João II.

    Senhora de um vasto património, no qual se contam rendas na cidade de Lisboa e as vilas de Sintra, Torres Vedras, Torres Novas, Alvaiázere, Alenquer, Aldeia Galega, Aldeia Gavinha  e Óbidos, D. Leonor de Lencastre distinguiu-se no campo da assistência, ao  criar o primeiro hospital termal, nas Caldas da Rainha e fundando a Misericórdia de Lisboa, instituição que se estenderia a todo o país. Mulher culta, protegeu Gil Vicente, Damião de Góis, as artes e a imprensa. Muito religiosa, fundou os conventos da Madre de Deus e da Anunciada, a igreja de Nossa Senhora da Merceana e, talvez, a obra das Capelas Imperfeitas, no Mosteiro da Batalha.

    Morreu em Lisboa, a 17 de Novembro de 1525, ficando sepultada no Convento da Madre de Deus.

    Embora o seu retrato histórico não seja, ainda, fácil de traçar, mereceu do seu biógrafo, frei Jorge de S. Paulo, a designação de "  a  mais Perfeita Raynha que nasceo no Reyno de Portugal ".  

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Bolinhos de Coragem

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Nós  devemos dar ferramentas psicológicas e espirituais às crianças, para lhes permitir encontrar um refúgio seguro num mundo cheio de incertezas.

Através da palavra e do exemplo podemos demonstrar às crianças, os poderes do amor reconfortante, ensinando-lhe  que podemos   transformar o medo e as preocupações, em optimismo e confiança.

Sempre que as crianças mostrem medos e inseguranças,  podemos fazer com eles uns bolinhos de coragem.

Qualquer receita serve, a envolvência é que tem de ser preparada.  Enquanto faz os bolinhos de coragem, pode contar aos seus filhos que também já teve medos, mas que tal como eles, também os conseguiu ultrapassar, explicar-lhe que quando  os medos vêem,   pensem nos sons da natureza, nos amigos e  família, estes pensamentos vão aquecer-lhe o coração. Pode também ensinar a criança a conversar com ela própria acerca dos seus medos e a chegar a conclusão:

-Eu vou conseguir ! eu sou sábia e corajosa.

Entretanto, os bolinhos serviram de mote de conversa, sem lhes parecer uma conversa chata  de adultos.

Depois, divirtam-se a comer os bolinhos de coragem… 

terça-feira, 6 de julho de 2010

Recordar a grande escritora Matilde Rosa Araújo

As crianças sempre foram a sua grande paixão…

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BALADA DAS VINTE MENINAS

Vinte meninas, não mais,
Eu via ali no beiral:
Tinham cabecinha preta
E branquinho o avental.


Vinte meninas, não mais,
Eu via naquele muro:
Tinham cabecinha preta,
Vestidinho azul-escuro.


As minhas vinte meninas,
Capinhas dizendo adeus,
Chegaram na Primavera
E acenaram lá dos céus.


As minhas vinte meninas
Dormiam quentes num ninho
Feito de amor e de terra,
Feito de lama e carinho.


As minhas vinte meninas
Para o almoço e o jantar
Tinham coisas pequeninas,
Que apanhavam pelo ar.


Já passou a Primavera
Suas horas pequeninas:
E houve um milagre nos ninhos.
Pois foram mães, as meninas!

Eram ovos redondinhos
Que apetecia beijar:
Ovos que continham vidas
E asinhas para voar.


Já não são vinte meninas
Que a luz do Sol acalenta.
São muitas mais! muitas mais!
Não são vinte, são oitenta!


Depois oitenta meninas
Eu via ali no beiral:
Tinham cabecinha preta
E branquinho o avental.


Mas as oitenta meninas,
Capinhas dizendo adeus,
Em certo dia de Outono
Perderam-se pelos céus.

In “Verso Aqui Verso Acolá” (organização de Natércia Rocha)

Matilde Rosa Araújo

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Uma manhã em Aljubarrota

 

Os meninos da Creche da Santa Casa da Misericórdia de Aljubarrota trabalharam durante o ano lectivo, a Idade Média.

Reis, rainhas, bobos, palácios,  padeiras, castelos, frades, cavaleiros enfeitavam  as salas da criançada.

O D. Nuno Alvares Pereira, a Padeira, A Santa Isabel, o Pedro e Inês eram  figuras que preenchiam  o imaginário destes meninos.

Sabiam de trás para a frente a História de Portugal, com especial gosto pela Batalha de Aljubarrota e os feitos da Padeira…

Estes meninos tem uma boa noção das suas raízes…  e sabem valorizar a sua história.

 

 

 

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Na EB1 do Ninho de Águia

 

Foi muito interessante, verificar que  nesta Escola os meninos brincavam no intervalo, com os seus cavalos de pau … tal e qual como o D. Nuno Alvares Pereira que passava horas e horas a brincar com o seu cavalo de madeira.

Fiquei satisfeita por ver estas felizes a brincar alegremente e a comerem umas saborosas amoras, que alguém tinha trazido para partilhar.

Nesta pequena escola de aldeia, nota-se que há lugar para os afectos e que se estimula a criatividade.

Será que os grandes Centros Escolares terão estes momentos de afecto e de espaço para o  sonho?

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